terça-feira, 26 de maio de 2009

   Cá estamos nós de novo, no rock:

   Acerca da nudez de ideias de ontem, tenho uma imagem da Lua, a acrescentar mais tarde.

   A lição da noite de hoje é música pop dos anos sessenta e setenta: são três e dois da manhã, e como sempre a lição não vai ser longa. Devem estar a fazer dois meses desde que recomecei  a ouvir (e gravar o que me interessa) milhares de albuns, gravados em MP3 por um amigo que tinha relutância em deitar para o lixo tanta música, gravada durante um período de desemprego prolongado, e cuja mulher estava farta de ver tanto disco a ocupar espaço desnecessáriamente.

   Já se sabe que Deus é grande (se eu acreditasse em deuses): portanto, mesmo sendo um presente pesado, devo agradecer a esse amigo semelhantemente-magnífica-escola de arte musical do planeta dada às sacadas de plástico a abarrotar pelas costuras.

   - "pour le plaisir de jouir le bon". A língua Francesa é óptima para a poesia. - "Quand on est là".

   Et voilá. Ça suffit pour aujourd´hui. En aura plus demain.

   Salut...


segunda-feira, 6 de abril de 2009

por ordem alfabética



   Mais um pouco de imaginário alheio:

O magnifico mundo novo






   Vou continuar o que comecei ontem.

domingo, 5 de abril de 2009

I´m tired


   A uma semana da Páscoa, na Prima Vera, faz um frio de rachar.
   Os Italianos construtores de gaitas com quem tento comunicar, estão evasivos. Até parece que a oficina deles é mesmo aqui ao lado. 
   A edição fotografica planetária do meu irmão está a dar trabalho, mas compensa. É viajar de graça pelo mundo sem sair do sofá.
   Agora vou "cubar".

sexta-feira, 20 de março de 2009






   Ah. A primavera da vida. De todas as vidas na Terra (quase ia dizer do Cosmos, mas isso seria pedir demais). Ainda por cima o que interessa o Cosmos, a não ser na literatura de ficção científica, que tanto prazer me dá ler. 
   Falando em Cosmos, acho imensa piada aos programas  que fazem na TV cabo acerca do assunto. Na minha opinião o Ser Humano mete impressão ao formular certos raciocínios como eventuais possíveis realidades. Que espécie de vivência, amostra (ou o que quer que seja) tem, para provar o que quer que seja? Nada de nada. Imagens sacadas dos telescópios? Teorias de astro-físicos? Astro-físicos de quê? De tipos de bata branca atrás de máquinas mudas? 

   A raça humana devia confinar-se à sua própria realidade. Uma realidade simples e em harmonia com a Terra, como fazem os Indianos, por exemplo. 
   Aliás, estou de acordo em que se devia ensinar yoga nos infantários e escolas primárias. Os bébés hoje em dia já nascem quase ensinados e o yoga seria a perfeita lavagem ao cérebro da nossa mediocridade latente. O legado da ditadura apagado do mapa mental e a passagem para o futuro incerto com a alma limpa.

   E a beleza e colorido da primavera onde está? Vou mostrar algumas plantas da época.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Guerra cibernética



      Toda a gente que tem um computador sabe os dissabores que semelhante máquina ocasiona de vez em quando. 
   Não sendo eu diferente dos outros (ainda por cima não percebo nada de programação) esse tipo de acontecimento já me ocorreu várias vezes, e a vontade de destruir o aparelho esteve mais que uma vez por um fio. Felizmente tenho alternativas de escape psicológico e aqui vai ela.
   Junto uma pintura da minha mulher, para animar este blogue.
   
   I don´t know if you know, but I´m nobody. And I want be like that.